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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Aprovado edital do leilão de 450 MHz/2,5 GHz

Anatel aprova edital do leilão de 450 MHz/2,5 GHz 

Internet Móvel 3G - Convergência Digital 
A Anatel aprovou nesta quinta-feira, 12/4, o edital do leilão das faixas de 450 MHz e 2,5 GHz – mas o preço mínimo só deve ser divulgado com a publicação no Diário Oficial da União, em duas semanas, após, portanto, a manifestação do Tribunal de Contas da União. Segundo o presidente da agência, João Rezende, o leilão será realizado até o dia 10 de junho.

Da proposta que foi submetida à consulta pública, houve algumas modificações. Como antecipara o relator, Marcelo Bechara, foi adiado o início das metas de cobertura da faixa de 450 MHz em seis meses (agora começa em junho de 2014).
Bechara explicou o adiamento pela possibilidade de novas soluções serem desenvolvidas para implementação da banda larga nas áreas rurais – por exemplo, a tecnologia de LTE em 450 MHz.
Além disso, houve uma reengenharia na divisão das bandas que serão ofertadas. Primeiro, as bandas U e P foram regionalizadas – ou seja, serão vendidas por área de registro (ou complemento destas).
Essa decisão, tomada para evitar problemas legais com empresas regionais como CTBC e Sercomtel, gerou uma consequência direta para o desenho geral do leilão, por reduzir as bandas nacionais.
Visto que originalmente haveria cinco ofertas nacionais e a regionalização reduziu para três as bandas nacionais. Assim, a agência optou por repartir uma das bandas, a V, em V1 e V2.
A primeira rodada do leilão será de oferta da faixa de 450 MHz, sendo vencedor aquele que apresentar o menor valor a ser cobrado pelos serviços aos assinantes nas áreas rurais.
A depender do sucesso desse primeiro lote, serão vendidos os relativos à faixa de 2,5 GHz ou, caso o 450 MHz não tenha vencedor, a oferta casada das duas radiofrequências.

Tecnologia nacional
O Conselho Diretor, no entanto, manteve sem alterações as obrigações relacionadas aos investimentos em equipamentos nacionais conforme já tinham sido apresentadas na consulta pública.
Entre 2012 e 2014, 60% dos aportes em bens ou produtos adquiridos, sendo 50% de acordo com o PPB e 10% em investimentos em bens ou produtos com tecnologia desenvolvida no país (Portaria no 950/2006 do MCT).
Os percentuais de tecnologia nacional serão ampliados nos anos subsequentes. Entre 2015 e 2016, passa para 15%. Finalmente, de 2017 a 2022, o índice passa para 20%.
Compromissos de cobertura em 2,5 GHz:
1) Todas sedes da Copa das Confederações até abril 2013*
2) Todas sedes e sub-sedes da Copa do Mundo de 2014, até dezembro 2013*
3) Todas as capitais e municípios com mais 500 mil até maio 2014
4) Todos os municípios com mais de 200 mil habitantes até dezembro 2015
5) Todos os municípios com mais de 100 mil, até dezembro de 2016
6) Todos os municípios com 30 mil a 100 mil, até dezembro de 2017
Ao menos uma prestadora de 2,5 em todos os municípios;
Além disso, ofertas de serviços em condições tecnológicas equivalentes a 3G
7) Menos de 30 mil habitantes:
76% dos municípios já estavam na licitação do 3G
Para os 24% restantes, ofertas em 30% deles até dezembro de 2017, 60% deles até dezembro de 2018 e 100% até dezembro de 2019
* Nesses casos, diferentemente do critério de 80% da área para considerar coberta, será adotado o percentual de 50%.
Compromissos em 2,5 GHz atrelados à oferta em 450 MHz – construção e disponibilização em regime de exploração industrial (EILD Padrão):
30% dos municípios até março de 2014
60% dos municípios até setembro de 2014
100% até setembro de 2015

Obs: Valor da disponibilização infraestrutura será de livre negociação
Compromissos de abrangência em 450 MHz:
30% dos municípios até junho de 2014
60% até dezembro de 2014
100% até dezembro de 2015






Leilão de frequências VHF e UHF

Com informações da Agência Brasil - 18/04/2012
Estrangeiras

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, confirmou que o edital de licitação de 450 mega-hertz (MHz) e de 2,5 giga-hertz (GHz) deverá ser publicado na semana do dia 23.
As propostas apresentadas deverão ser abertas próximo do dia de 10 de junho.
De acordo com Rezende, há a possibilidade de o leilão contar com a participação de empresas estrangeiras e brasileiras, que ainda não atuam no mercado de telecomunicações.
"Acreditamos que pode, sim, haver competidores de fora participando do leilão. E, também, de empresas brasileiras que ainda não são operadoras de serviço móvel. Acreditamos que esse edital será muito benéfico para o país porque vai ofertar infraestrutura tanto para a zona rural quanto para a urbana", disse Rezende.
Baixas e altas frequências de telefonia
De acordo com a proposta de edital de licitação das faixas de radiofrequência de 451 MHz a 458 MHz; de 461 MHz a 468 MHz; e de 2,5 GHz a 2,69 GHz, caso não apareçam empresas interessadas em adquirir as frequências mais baixas, a concessão para a 4G (faixa de 4,5 GHz) só será feita de forma vinculada às de menor frequência.
A diferença entre baixas e altas frequências de telefonia é similar às características das rádios AM e FM: quanto menor a frequência, menor a qualidade do sinal e maior a área de abrangência; quanto maior a frequência, maior a qualidade e menor a área de abrangência.
Assim, as altas frequências são ideais para a transmissão de grande quantidade de dados em áreas menores (e de maior concentração populacional, como as grandes cidades), o que requer maior quantidade de antenas, investimento que é compensado pela maior demanda de serviços.
Já as frequências mais baixas são mais adequadas para áreas rurais e regiões remotas, onde a concentração populacional (ou a demanda pelos serviços) é menor.
Aventureiros
A fim de evitar "aventureiros na faixa de 450 MHz", a Anatel estabelece que, para participar da licitação, as empresas interessadas precisam fazer um depósito de 10% do valor do projeto, o que deve significar algo entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões.
"Se ganharem terão de pagar uma garantia de execução de serviço", acrescentou Rezende.
De acordo com a Anatel, a estimativa é que esse valor fique entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ondas curtas



As ondas curtas referem-se à parte do espectro eletromagnético que corresponde às freqüências compreendidas entre 3 e 30 MHz. Sua principal característica é a propagação a longas distâncias, não conhecendo fronteiras ou barreiras politicas. tornando possíveis comunicações tais como emissões radiofônicas internacionais (international shortwave broadcasting), radioamadorismo (ham radio) e coordenação de viagens a longa distância por estações móveis marítimas, pelo mundo a fora.
O que é a escuta das ondas curtas? 

A escuta das ondas curtas (shortwave listening) pode ser definida como a atividade de escutar emissoras de rádio internacionais, ou de localidades distantes do próprio país, em uma linguagem compreensível e apreciando os programas transmitidos, como noticiários, esportes, música, culturas de outros povos dentre outros. O radioescuta (como é genericamente chamado o ouvinte de rádio) costuma escrever para as emissoras enviando comentários imformando sobre o sinal recebido e qualidade do audio. Muitas estações agradecem às cartas escritas enviando prospectos sobre a emissora e brindes. As estações também costumam responder aos informes de recepção enviados pelos ouvintes enviando cartões QSL e brindes da emissora.

O que é dexismo? 

A maioria dos ouvintes de ondas curtas contenta-se em ouvir apenas estações mais fortes e fáceis de serem captadas. Contudo, certos ouvintes estão interessados nos aspectos técnicos do hobby, como propagação e experimentos com antenas. Esta atividade é chamada de dexismo, termo este derivado da sigla em inglês DX , onde a letra "D" significa "distância" e a letra "X" significa "incógnito" (em analogia à letra X usada na Matemática em expressões algébricas). O termo "dexismo" pode ser interpretado como "escutar estações de rádio localizadas a uma distância desconhecida". Para os (os praticantes do dexismo) isto significa varrer as faixas de ondas curtas à procura de novas estações, que dexistas muitas vezes possuem um sinal tão fraco que torna difícil a sua escuta. (por isso o uso de uma boa antena se faz necessário) Muitas destas estações não estão interessadas em transmitir para ouvintes tão distantes, geralmente são estações regionais, transmitindo com baixa potência, que usam as ondas curtas para atingir ouvintes de regiões específicas e não muito distantes, da mesma forma que em muitas partes do globo as estações locais usam a faixa de ondas médias ¨OM¨ ou a faixa de freqüência modulada ¨FM¨.

Ondas Longas 

As freqüências que estão entre 190 a 535 kHz (lê-se Kilo Hertz)

Ondas Médias 

As freqüências que estão entre 540 e 1600 kHz (lê-se Kilo Hertz),

Ondas Curtas 

As freqüências entre 1600 e 30000 kHz (lê-se Kilo Hertz)

Ondas Tropicais 

As freqüências entre 2300 a 5900 kHz (lê-se Kilo Hertz) 



Novo Radioamador em Teófilo Otoni



Nasceu um novo Radioamador em Teófilo Otoni,

É o nobre colega Marcielo Moreira Colares.

Marcielo é Oficial de Justiça em Teófilo Otoni,
Filho do saudoso amigo Joao colares, que muito nos alegrou na faixa dos 11 metros.
O Marcielo desde pequeno é ativo na faixa dos 11 metros, e afixionado pelo
radioamadorismo, iniciando com o prefixo de PU4KJP.


Seja benvindo Marcielo PU4KJP
"" RADIOMADORES – TEÓFILO OTONI/MG""
   Frequencia de QAP: 7.105  HF   e   146.600 VHF Echolink - Link= PY4BO-L


Em tempo:

Informamos que o Colega Marcielo Colares prestou exames na Labre de Belo Horizonte e foi aprovado para a classe:  " B " , sendo alterado o seu indicativo de chamada: Antigo PU4KJP  atual: PY4MA .
É isso ai Marcielo, parabens pelo brilhante esforço, haja visto que em pouco tempo que iniciou como PU, já conseguiu o prefixo de PY classe:  "B" .
Continuamos nos qsos, em 40 metros 7.105 Mhz e em VHF  146.600 Mhz.
Echolink - Link= PY4BO-L

302 - RadioamadorPY4MA6 - MóvelMG06/07/203206/07/2012MARCIELO MOREIRA COLARESClasse B
302 - RadioamadorPY4MA1 - FixaTeófilo OtoniMG06/07/203206/07/2012MARCIELO MOREIRA COLARESClasse B



PY4BO  Edivaldo

Esclarecimentos da ANATEL sobre a comunicação via satélite no Serviço de Radioamador.



Orlando Perez filho – PT2OP
Diretor de Radioamadorismo da LABRE -DF

Res. 449/2006, Capítulo II - Das Licenças

Art. 7º. A Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador é intransferível, na qual constará, necessariamente, o nome do autorizado, a sua classe, o indicativo de chamada da estação e a potência autorizada. A licença autoriza o radioamador a utilizar qualquer das radiofreqüências destinadas à sua classe, em conformidade com o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências para Estações do Serviço de Radioamador.
Parágrafo único. Estação de Radioamador com capacidade para comunicação via satélite somente poderá operar se constar da Licença para Funcionamento de Estação observação a respeito com o devido destaque.

O art. 25 tipifica e enumera todas as estações do serviço, num total de 7 tipos.

Art. 25. As estações do Serviço de Radioamador podem ser: I – Estação Fixa: Aquela cujos equipamentos estejam instalados em local fixo específico, compreendendo os seguintes tipos:

a) Tipo 1: Localizada na Unidade da Federação onde for domiciliado ou tiver sede o autorizado;
b) Tipo 2: Localizada em Unidade da Federação diferente do domicílio ou sede do autorizado;
(...) III – Móvel - Aquela cujos equipamentos são destinados a serem usados quando em movimento ou durante paradas em pontos não especificados, sendo classificada como Tipo 6 – Estação Móvel.
IV – Estação Terrena – Aquela com capacidade de transmissão via satélite, sendo classificada como tipo 7.

O art. 26 e expressa que a cada tipo de estação corresponderá uma licença.

Art. 26. A cada tipo de estação corresponderá uma Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador.

Temos que:

Para comunicar-se de forma móvel, é necessário uma licença de estação móvel (tipo 6).
Para comunicar-se de um local fixo determinado, é necessário uma licença de estação fixa (tipos 1 ou 2).
Para comunicar-se via satélite, é necessário uma licença de estação terrena (tipo 7).
Com relação a "Estação Terrena", vejamos ainda sua definição:



Estação Terrena

1. Estação localizada sobre a superfície da Terra ou dentro da atmosfera terrestre que se comunica com uma ou mais estações espaciais ou, ainda, com uma ou mais estações do mesmo tipo por meio de um ou mais satélites refletores ou outros objetos no espaço. [Anexo à Resolução da ANATEL nº 220, de 5 de abril de 2000]

2. Estação localizada sobre a superfície da terra ou dentro da atmosfera terrestre que se comunica com uma ou mais estações espaciais ou, ainda, com uma ou mais estações do mesmo tipo por meio de um ou mais satélites refletores ou outros objetos no espaço. [Anexo à Portaria MC nº 402, de 19 de agosto de 1997]

A definição não explicita se a estação terrena é fixa ou móvel, deixa claro somente que destina-se ao uso exclusivo para comunicação via satélites.

A flexibilidade do uso de satélites por outros tipos de estações fixas e móveis vem do art. 7º,

Parágrafo único: Estação de Radioamador com capacidade para comunicação via satélite somente poderá operar se constar da Licença para Funcionamento de Estação observação a respeito com o devido destaque.
Assim, uma estação diversa da estação terrena também pode usar satélites desde que o radioamador solicite a inclusão da informação na licença.



Para inclusão de uma nova estação paga-se a TFI respectiva ao tipo da estação, para alteração de uma estação já licenciada paga-se o preço do serviço administrativo (Art. 22 §2º).

Fonte:
http://www.labre-df.org/downloads2/ANATEL_Satelites.pdf

Bandas de Propagação para Rádio Amador



Antigamente se usavam bandas de propagações mais baixas que as atuais, eram de ( 1.8 a 30 MHz ). Nos dias de hoje as faixas para radioamadores se situam para além dos 250 GHz. Até 1970, as bandas de HF foram o meio usado para comunicações costa a costa e internacionais pelos radioamadores, bem como as estações comerciais e governamentais. Estas freqüências estavam então sobrecarregadas de estações comerciais de toda natureza em trafego mundial, assim como as comunicações amadoras cidade a cidade, dx, contestes, redes de serviço público e experimentos. Mais recentemente, os radioamadores reverteram este quadro, colocando por vez primeira um repetidor na faixa de 2 metros, propiciando um novo horizonte nas comunicações . A curiosidade na comunicação intercontinental também foi aguçada pela capacidade das bandas de HF. A seguir faremos uma pequena apresentação das características de cada faixa entre 160 a 10 metros:
10 METROS:
Por sua facilidade em trabalhar-se com pouca potência e antenas relativamente pequenas e seu alcance ser mundial, esta faixa é uma das preferidas dos iniciantes. Por ser uma banda de espectro grande 28000 a 29700, muitos modos são usados, cw, ssb, fm, satélite, modos digitais, repetidores, entre outros. No Brasil esta faixa é usada por todas as classes, exceto D. A mais popular estação em 10 metros é um transceptor com 100W e um pequena tri-banda 10 / 15 /20, ou mesmo uma monobanda curta em cima de um telhado. Amplificadores lineares e antenas muito altas não são realmente necessários , porém, instale sempre sua antena o mais alto que seja possível. Pequenos rotores usados em antenas de TV vão facilmente manejar esses conjuntos de irradiantes. Por ser muito larga a banda de operação em 10 metros, recomenda-se o uso de um antenna tuner, para o caso de se trabalhar na parte alta e baixa da banda, ou seja, fazendo FM e CW. Você poderá então com muita facilidade trabalhar uma estação de um amigo a 200 Km ou uma ilha no Pacífico Sul.
15 METROS:
A operação em quinze metros é mais comum nos tempos de baixa atividade solar. Nestas épocas, os 15 metros se comportam melhor que a faixa de 10 metros ou 12. As comunicações continentais são possíveis praticamente durante todo o dia. Esta é uma das causas porque a maioria das redes se concentram nesta faixa, incluindo-se aí, os serviços de emergência de meteorologia, cruz vermelha, departamentos para o exterior dos EUA e as redes de DX. Nesta banda também o tipo mais comum de antena é a três elementos tri-banda, mas devido as condições especiais de propagação em certas épocas , é possível trabalhar estações longínquas com relativa facilidade, principalmente ao nascer e por do sol .
20 METROS:
Na prática esta banda reúne os melhores operadores, as estações mais potentes e as maiores antenas. É usada para comunicações no Brasil tendo em vista nossas proporções continentais. Praticamente o mundo radioamadorístico ocupa esta faixa, sendo ela a mais congestionada de todas. É a mais popular para dx, sstv, cw, operações digitais e um sem fim de utilizações. A maioria dos operadores utilizam 100 w e uma antena tri banda, conseguindo lograr sucesso com incrível facilidade, por isso é considerada a banda de elite do radioamadorismo. Quando as condições de propagação estão favoráveis , é claro que a quantidade de estações ouvidas pode até nos frustrar devido a dificuldade de se escutar uma ou outra. A solução então, virá com uma antena maior, ex. seis elementos, que assim discriminará mais os sinais indesejáveis. Os comunicados via long-path também são favorecidos nesta faixa.
40 METROS:
Eis a faixa que é mais compartilhada com outros serviços. Não é raro se encontrar estações comerciais, clandestinos e estações broadcast de até 500 Kw operando neste local. Um problema para os radioamadores, mas também um indicador de como está a propagação. Uma estação de broadcast é um indicador seguro muitas vezes. Durante o dia, 40 metros é uma banda de alcance médio, até 2000 Km, mas a noite, nos é possível contatar qualquer parte do mundo e v/c não precisa de 500 Kw. 40 metros é a faixa mais importante para todo tipo de concurso, muitos radioamadores possuem todos os países do mundo trabalhados nesta faixa. A maioria das estações de radioamador da região 2, estão limitadas à freqüência de 7000 a 7100. Em cw e modos digitais o procedimento para os EUA devem ser como nas demais bandas. Claro que muitos comunicados dx podem ser feitos com uma antena dipolo bem instalada nesta faixa, porém, devido as condições terem variado muito nos últimos anos, com aumento brutal de ruídos, uma antena direcional de 2 elementos dará uma grande ajuda para os DX e também para os contestes. Antenas verticais simples ou fasadas podem ser usadas com grande sucesso.
80 METROS:
Antes de se popularizarem as repetidoras operando em 2 metros no início da década de 70, muito do tráfego local, redes e tráfego de emergência era realizado na faixa de 80 metros. Para comunicados regionais, antenas de faixa estreita, dipolos encurtados, antenas verticais e outros arranjos combinados com acopladores de antena garantem uma regular performance. Dipolos full-size em V invertido, proporcionam bom sinal em comunicados a algumas centenas de quilômetros, porém o ruído também se faz presente. Para comunicados a longa distância, DX , v/c deve posicionar sua antena dipolo horizontal a pelo menos 15 metros de altura ( espaço livre ) ou mais. Tudo é valido para conseguir-se o intento, postes, árvores etc. Para se chegar a marca de 250 ou mais países em 80 metros, outros arranjos são feitos: Antenas fasadas, slopers, verticais em fase, dispositivos e antenas de baixo ruído só para recepção etc... Dependendo de seu poder aquisitivo, existem antenas direcionais de 4 elementos, pela bagatela de US$ 4000,00 ... mas não são muito populares. Os 80 metros representam sempre um obstáculo a quem está pretendendo o DXCC nas 5 bandas ( 5 Band DXCC ) ou o diploma WAZ ( Worked all Zones ), não são muitos radioamadores no mundo que conseguem tal proeza, o que torna –se uma experiência inesquecível para quem o fez.
160 METROS:
Também é conhecida como a “Top Band “. Outros operadores, alem, dos experimentadores que estão na faixa, são os Dx-ers. Durante o dia os 160 metros não nos oferecem nada além do ruído. Você pode encontrar um ruído típico e estranho de aproximadamente 15 kHz que é o harmônico de algum aparelho de TV local. Durante o verão, podemos escutar os estáticos provocados pelas tempestades a centenas de quilômetros. Durante a noite as coisas mudam e muitas estações são ouvidas, principalmente na primavera e no outono. Podem ser ouvidos fortes sinais, principalmente em CW e também atividade em fonia. Existe uma variedade muito grande de antenas encurtadas que quando instaladas com o devido cuidado, proporcionarão bons contatos locais. Trabalhar Dx em 160 metros envolve fazer muitas descobertas. Porém é complicado de trabalhar com ela. Se você espera encontrar sinais fortes na banda em qualquer dia do ano e a qualquer hora que ligue o rádio, está enganado! Eles são no geral muito mais fracos dos que os normalmente encontrados em outras bandas baixas. A primeira providência é a mudança radical para tentar melhorar a relação sinal / ruído na recepção. Como solução inicial a instalação de antenas Beverage ou de quadro. Uma técnica usada também é o uso da antena de 40 metros para auxiliar na cópia de sinais fracos. No geral, usa-se uma antena para transmissão e outra para recepção. As torres usadas para suportar as antenas de Hf podem ser usadas para suportar as L invertidas, outra boa opção para essa banda.
AS BANDAS WARC 12 / 17 E 30 METROS
A WARC, Conferência Mundial Administrativa de Rádio em 1979, incluiu as bandas de 12, 17 e 30 metros e os radio amadores tiveram direito ao uso em 1989. Essa novas bandas possuem as mesmas características das bandas adjacentes às suas freqüências, mas diferentes na propagação e no tamanho físico das antenas. Outra diferença é a pequena porção destinada aos comunicados. Cada banda tem suas vantagens em relação aos horários, como exemplo, a banda de 10 metros pode estar com a propagação fechada e a de 12 metros em plenas condições no mesmo horário. Apesar de estarem perto uma da outra, as condições podem estar totalmente ao contrário. Os 17 metros , uma faixa surpreendente, pois as condições são como as dos 20 metros, de alcance mundial e condições de propagação excelentes na maior parte do ano. Os 30 metros, limitados ao uso de CW e modos digitais e 200 W de potência, proporciona boas condições propagatórias. Vale a pena ser usada devido a falta de operadores brasileiros nesta faixa.

codigo Q




O Código "Q" é uma combinação de três letras começando com a letra "Q" e que são utilizadas na radiocomunicação. Inicialmente foram adotadas para transmissão em Código Morse como forma de facilitar os contatos. . Os grupos de QOA a QQZ são reservados ao serviço marítimo. Os grupos de QAA a QNZ são reservados para o serviço aeronáutico. .
CÓDIGO SIGNIFICADO:
  1. QRA Como se chama a sua estação ?
  2. QRB A que distância aproximada está de minha estação ?
  3. QRC Quem se encarrega de pagar as contas ou taxas de sua estação ?
  4. QRD Onde você vai... e de onde vem ?
  5. QRE Qual a hora estimada de chegada ?
  6. QRF Regresse a... ( lugar )
  7. QRG Qual é a freqüência utilizada ?
  8. QRH Minha freqüência varia ?
  9. QRI Qual é a tonalidade de minha emissão ?
  10. QRJ Quantas conferências (ligações) radiotelefônicas tens para despachar ?
  11. QRK Qual a clareza dos meus sinais ?
  • 1 - Ruim
  • 2 - Pobre
  • 3 - Razoável
  • 4 - Boa
  • 5 - Excelente
  1. QRL Estou ocupado ?
  2. QRM Você está sofrendo interferência ?
  3. QRN As condições atmosféricas estão perturbando (Estática) ?
  • 1 - Não existe
  • 2 - Ligeiramente
  • 3 – Moderadamente
  • 4 - Consideravelmente
  • 5 - Extremamente
  1. QRO Devo aumentar a potência de transmissão ?
  2. QRP Devo diminuir a potência de transmissão ?
  3. QRQ Devo transmitir mais depressa ?
  4. QRR Você está preparado para operação automática ?
  5. QRS Devo transmitir mais devagar ?
  6. QRT Devo cessar a transmissão ?
  7. QRU Tem algo para mim ?
  8. QRV Você está preparado ?
  9. QRW Devo avisar a... que você o chama na freqüência de...
  10. QRX Quando me chamará novamente ?
  11. QRY Qual a minha ordem de vez ?
  12. QRZ Quem me chama ?
  13. QSA Qual a intensidade de meus sinais ?
  • 1 - Apenas perceptível
  • 2 - Fraca
  • 3 - Bastante boa
  • 4 - Boa
  • 5 - Ótima
  1. QSB A intensidade de meus sinais varia ?
  2. QSC Seu barco é de carga ?
  3. QSD É defeituosa minha manipulação ?
  4. QSE Qual o local estimado da deriva da embarcação o ou dispositivo de salvamento ?
  5. QSF Você efetuou o salvamento ?
  6. QSG Devo transmitir... telegramas de uma vez ?
  7. QSH Você pode retornar usando o equipamento radiogoniométrico ?
  8. QSI Não há possibilidade de interromper sua transmissão (só resposta).
  9. QSJ Quanto devo pagar. Qual a taxa a ser cobrada para...?
  10. QSK Pode escutar-me entre seus sinais ? Caso afirmativo pode interromper-me.
  11. QSL Pode acusar recebimento (entendido) ?
  12. QSM Devo repetir a mensagem anterior ?
  13. QSN Você me ouviu (indicativo de chamada) em ...kHz (ou MHz) ?
  14. QSO Comunicar-se diretamente com ...
  15. QSP Quer retransmitir gratuitamente a ...?
  16. QSQ Tem médico a bordo ou Fulano está a bordo ?
  17. QSR Tenho que repetir a chamada na freqüência de chamada ?
  18. QSS Que freqüência de trabalho você utiliza ?
  19. QSU Devo transmitir ou responder nesta freqüência ?
  20. QSV Devo transmitir uma seqüência "V" nesta freqüência
  21. QSW Queres transmitir nesta freqüência ?
  22. QSX Queres escutar a ... (indicativo de chamada) em kHz (ou MHz) ?
  23. QSY Tenho que passar a transmitir em outra freqüência ?
  24. QSZ Tenho que transmitir cada palavra ou grupo várias vezes ?
  25. QTA Devo anular a mensagem número...?
  26. QTB Você está de acordo com minha contagem de palavras ?
  27. QTC Quantas mensagens tens por transmitir ?
  28. QTD O que recolheu o barco de salvamento ou a aeronave de salvamento ?
  • 1 - número de sobreviventes
  • 2 - restos de naufrágio
  • 3 - número de cadáveres
  1. QTE Qual é a minha marcação verdadeira (coordenadas geográficas) com relação a você ?
  2. QTF Quer indicar-me a situação de minha estação com relação as marcações tomadas pelas estações radiogoniométricas que você controla ?
  3. QTG Quer transmitir 2 traços de 10 segundos cada um seguido de seu indicativo de chamada ?
  4. QTH Qual a sua posição em latitude e longitude (endereço) ?
  5. QTI Qual é o seu rumo VERDADEIRO com correção do declínio magnético ?
  6. QTJ Qual é a sua velocidade (velocidade do navio ou aeronave, com relação à água ou ar) ?
  7. QTK Qual é a velocidade de sua embarcação ou aeronave com relação à superfície da terra ?
  8. QTL Qual é o seu rumo VERDADEIRO ?
  9. QTM Qual é o seu rumo MAGNÉTICO ?
  10. QTN A que horas saiu de... (lugar) ?
  11. QTO Já saiu da Baía ou Porto, (ou já decolou) ?
  12. QTP Vai entrar na Baía ou Porto (ou pousar) ?
  13. QTQ Pode comunicar-se com minha estação por meio de Código Internacional de sinais ?
  14. QTR Qual a hora certa ?
  15. QTS Quer transmitir seu indicativo de chamada durante .... minutos agora ou às .... horas, em kHz ou MHz a fim de que sua freqüência possa ser medida ?
  16. QTT O sinal de identificação que segue se sobrepõe a outra emissão ?
  17. QTU Qual é o horário de funcionamento de sua estação ?
  18. QTV Devo escutar você na freqüência de ... kHz ou MHz de... às ... horas ?
  19. QTW Como se encontram os sobreviventes ?
  20. QTX Quer manter sua estação aberta para nova comunicação comigo, até que o avise ou até às ... horas ?
  21. QTY Você se dirige ao local de sinistro. Caso afirmativo, quando espera chegar ?
  22. QTZ Você continua a busca ?
  23. QUA Tem notícias de ... (indicativo de chamada) ?
  24. QUB Pode dar-me, na ordem que se segue, informações sobre: visibilidade, altura das nuvens, direção e velocidade do vento de superfície em ...(lugar de observação) ?
  25. QUC Qual é o número (ou outra indicação) da minha última mensagem ou de (indicativo de chamada) que recebeu ?
  26. QUD Recebeu o sinal de urgência transmitido por...(indicativo de chamada da estação móvel) ?
  27. QUE Pode fazer uso da telefonia ... (idioma) por meio de um intérprete caso necessário, em qual freqüência ?
  28. QUF Recebeu o sinal de perigo transmitido por ...(indicativo de chamada da estação móvel) ?
  29. QUG Será forçado a pousar, (amerissar -- aterrissar -- atracar) ?
  30. QUH Quer dar-me a pressão barométrica atual ao nível do mar ?
  31. QUI Suas luzes de navegação estão acesas ?
  32. QUJ Quer indicar a proa verdadeira (rumo) que devo seguir para dirigir-me em sua direção (ou na direção de ...) ?
  33. QUK Pode me informar as condições do mar em... (lugar ou coordenadas) ?
  34. QUL Pode me informar as vagas observadas em... ( lugar ou coordenadas ) ?
  35. QUM Posso recomeçar o tráfego normal ?
  36. QUN Solicito às embarcações que se encontram em minhas proximidades imediatas (ou nas proximidades de latitude ... e longitude...), que indiquem sua posição, rumo VERDADEIRO e velocidade.
  37. QUO Devo efetuar busca de ...
  • 1 - Aeronave
  • 2 - Navio
  • 3 - Barco salva-vidas,
nas proximidades da latitude... longitude... (ou de acordo com qualquer outra indicação) ?
  1. QUP Quer indicar-me sua posição por meio de...
  • 1 - Refletores
  • 2 - Rastro de fumaça
  • 3 - Sinais pirotécnicos
  1. QUQ Devo orientar meu refletor quase verticalmente para uma nuvem, piscando se possível, e, caso ouça ou aviste um aeronave, dirigir meu facho contra o vento e sobre a água (ou solo) para facilitar seu pouso ?
  2. QUR Os sobreviventes...
  • 1 - Receberam salva-vidas ?
  • 2 - Foram recolhidos por embarcação de salvamento ?
  • 3 - Foram encontrados pela unidade de salvamento de terra ?
  1. QUS Avistou os sobreviventes ou os destroços ? Em caso afirmativo, em que posição ?
  2. QUT O local do acidente já foi marcado ?
  3. QUU Quer que dirija o navio ou aeronave para minha posição ?
  4. QUW Você está na zona de exploração indicada como... (símbolo ou local zona - latitude e longitude) ?
  5. QUY Existe marcação da posição da embarcação de salvamento ?

    Limites de Potência para Rádio Amadores


    A -
    Aos radioamadores da classe "A", a potência máxima permitida é de 1000 watts RMS, exceto na faixa de 30 m, que é no máximo de 200 watts RMS.
    B -
    Aos radioamadores da classe "B", a potência máxima permitida é de 1000 watts RMS, exceto na faixa de 10 m, que é no máximo de 100 watts RMS.
    C -
    Aos radioamadores da classe "C ", a potência máxima permitida é de 100 watts RMS.
    D -
    Aos radioamadores da classe "D", a potência máxima permitida é de 50 watts RMS.
    (*) potência média de saída.
    Observação: os radioamadores classe "D" estão sendo migrados para a classe "C", por motivo da exclusão da classe "D".
    Recebi este Diploma em 24/09/2013 conforme abaixo: Olá caro amigo Edivaldo PY4BO! É com grande satisfação que enviamos a você um Diploma da AmBrasil, parabenizando pela presença na conferência. Forte 73 Administradores da AmBrasil
    Clique aqui e conheça a Conferencia Ambrasil
    AEROPORTO MINIATURIZADO - INCRÍVEL! Edivaldo Silva PY4BO
    Local do lançamento: IPMet - Campus da UNESP - Bauru - SP (Google Maps) Latitude: -22.3579° Longitude: -49.0277° Altitude: 620m - Grid Locator: GG57LP CRAM TV 17 - Projeto Ícaro ZW2WEB Publicado em 30/04/2012 por PY2JF Cobertura completa do lançamento do balão metereológico do Ipmet que levou o Projeto Ícaro ZW2WEB. Entrevistas exclusivas com os radioamadores PU2MWD - Edson, PY2UEP - Demilson e PY2GN - William. Depois do lançamento em Bauru, viajamos mais de 100Km para documentar o trabalho dos escoteiros no "Controle da Missão" em Pardinho - SP.
    CARTÃO QSL PY4BO
    Formulário de requerimento: Serviço 400 - RádioAmador Clique aqui
    Formulário de requerimento: Serviço 302 - Rádio Cidadão Clique aqui
    Para Maiores Informaçoes, entre em contato com endereço abaixo, da LABRE -MG
    Site: http://www.labremg.xpg.com.br Blog: http://labremg.blogspot.com e-mail:labremg2010@gmail.com Avenida Raja Gabaglia, 2121 - Fone (31) 3309-1721- CEP. 30.350-540 - B. SANTA LÚCIA -BELO HORIZONTE – MG
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